24.9 C
Piauí
23 de setembro de 2021
Cidades em Foco
Geral Sertão do Inhamuns em Foco

Apps de transporte anunciam reajustes por causa da alta do combustível

Combustível - Cidades em Foco

Os aplicativos de transportes Uber e 99 aumentaram o valor das corridas que são repassados para os motoristas. O reajuste ocorre num cenário de alta dos combustíveis em todo o país e em meio a uma série de reclamações dos trabalhadores do setor.

A Uber informou que não haverá aumento para o passageiro. Na 99, as tarifas serão reajustadas entre 10% e 25%.

Na região metropolitana de São Paulo, a Uber disse que o ganho das viagens para os motoristas com a modalidade UberX – a mais popular – foi reajustado em até 35% nesta semana.

Segundo a Uber, a alta do preço do combustível tem feito com que a empresa promova uma revisão e reajuste “os ganhos dos motoristas parceiros em diversas cidades, em todas as modalidades”.

Questionada pelo G1, a companhia não detalhou até a última atualização dessa reportagem como o aumento do valor repassado para os motoristas será absorvido pela empresa de forma a evitar uma alta no preço da viagem para o passageiro.

A 99 informou que aumentou as suas tarifas entre 10% e 25% para o consumidor em mais de 20 regiões metropolitanas, incluindo cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Florianópolis, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Salvador, São Luís, João Pessoa e Maceió.

“Os constantes reajustes dos combustíveis impactaram muito negativamente os serviços de transporte por aplicativo”, informou a 99 em nota.

“O aumento revisa os ganhos dos motoristas parceiros e foi definido levando em consideração a manutenção do equilíbrio da plataforma, para possibilitar que a população continue tendo acesso a um meio de transporte financeiramente viável, seguro e eficiente”, acrescentou a companhia.

A empresa informou que o reajuste das tarifas será repassado de forma integral para os motoristas.

Reclamação dos motoristas

Os motoristas dos dois aplicativos vinham se queixando da alta do combustível e de como o negócio deixou de ser lucrativo.

O presidente da Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo, Eduardo Lima de Souza, chegou a afirmar que 25% dos motoristas de aplicativo deixaram de trabalhar para as plataformas desde o início da pandemia.

Fonte: G1-PI

Notícias relacionadas

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Se você está de acordo, continue navegando, aqui você está seguro, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais