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11 de dezembro de 2019
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Ato contra reforma da Previdência e defesa da educação lota ruas em Teresina

É realizada na manhã desta terça-feira (13), em Teresina, mais uma mobilização contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo Jair Bolsonaro.  O ato que reúne centenas de pessoas também faz parte do movimento nacional #TsunamiDaEducação em defesa da educação pública.

Os manifestantes realizam o protesto pelas ruas do Centro da capital.  A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Paulina Almeida, disse que o movimento é importante porque mostra para a sociedade a relevância da luta unificada contra os “desmontes” do governo.

“É importante que a sociedade reconheça a importância da luta unificada pela valorização da educação pública e contra essa reforma da Previdência que tira o direito de aposentadoria digna.  A sociedade precisa acordar.  Estão encantados pelo canto da sereia, pelo canto do governo federa, pela mídia golpista que coloca que a reforma da previdência é boa.  Só com a luta será capaz de rever essa conjuntura adversa, perigosa, que tira a soberania nacional quando vende os recursos naturais, quando vende as estatais. A luta é pela democracia. A sociedade precisa acordar”, declara Paulina.

Brenda Marques, do coletivo Afronte, participa do ato e disse que medidas do governo Bolsonaro limitam a liberdade de ensino dos estudantes brasileiros.

“Estamos aqui hoje porque  o dia 13, representa o  tsunami da educação e hoje é dia de dizer que os cortes na educação não nos representam, nem o projeto Future-se, que faz com que as empresas mandem nas universidades e faz com que a elite brasileira ocupe as universidade.  Isso limita nossa liberdade de ensino, a crítica”, afirma.

O presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, Odaly Medeiros, critica a reforma da Previdência e o “desmonte” dos bancos públicos. O sindicalista afirma que o governo federal faz projetos de desestruturação do país.

“Mais de 60% dos nossos bancos estão sendo comprometidos, demissão , fechamento de agência, virando posto de atendimento. O protesto é contra  a política de desmonte do Estado brasileiro”, disse Odaly.

Fonte: CidadeVerde

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