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7 de julho de 2020
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Bibliotecária é vítima de ‘pipa’ com cerol; lei municipal proíbe

A bibliotecária Emanuele Alves por pouco não sofreu gravíssimas consequências decorrentes do uso de cerol nas linhas das ‘pipas’. Há cerca de uma semana, ela foi atingida e sofreu um corte no pescoço. Em Teresina, o uso da cola com vidro moído é proibido e pode gerar multa e até responsabilização criminal.

Emanuele conta que seguia pela Avenida Jerumenha, bairro Mocambinho – zona Norte -, quando sofreu o corte no pescoço. Agora, ela adotou o uso da antena ‘corta pipa’ na motocicleta, para se prevenir.

Segundo ela, a lesão só não foi mais grave porque ela conduzia sua motocicleta em baixa velocidade.

“Eu só senti uma coisa me cortando, vindo pela na minha frente. Eu já estava devagar, aí reduzi. A minha sorte foi essa, que não estava rápido, por ser uma avenida de grande fluxo. Eu coloquei a mão no pescoço e quando cheguei em casa, vi que cortou e tomei um susto”, informou.

O uso do cerol é proibido por lei municipal, que prevê multa de R$ 500 a R$ 1 mil e responsabilização criminal. Caso um adolescente seja flagrado usando o material, os pais serão responsabilizados. Contudo, a fiscalização não tem acontecido.

Segundo o secretário municipal de cidadania e assistência social, Samuel Silveira, a lei prevê que guardas municipais, policiais militares e bombeiros fiscalizem. Contudo, os dois últimos respondem à legislação estadual.

“E os guardas municipais têm atuação restrita ao patrimônio público, mas os espaços onde eles estiverem, serão orientados a fiscalizar o uso do cerol”, disse.

Ele destacou locais como os Parques Lagoas do Norte, da Cidadania e os CEUs do Parque Stael e Portal da Alegria.

 

Maria Romero com informações de Gorete Santos

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