“Brasil precisa de um professor e não de um miliciano”, diz Haddad em Picos

Na reta final da campanha do segundo turno, o candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, subiu o tom dos ataques contra seu adversário Jair Bolsonaro (PSL). Em seu discurso em Picos, interior do estado, neste sábado (20), Haddad não economizou nas críticas e classificou o general reformado como um “miliciano” e pediu explicações sobre os disparos em massas de mensagens no WhatsApp difamando sua candidatura.

“O Brasil está precisando de um professor na Presidência da República, eu sempre venho dizendo isso, e não de um miliciano. Violência não, educação e trabalho sim”, afirmou o candidato ao falar para uma multidão em ato na praça Félix Pacheco, em Picos.

Ao lado do governador Wellington Dias (PT), do deputado federal Marcelo Castro, senador eleito pelo MDB e de sua esposa Ana Estela Haddad, o candidato do PT à Presidência,  disse que Jair Bolsonaro representa o continuísmo do governo Michel Temer.

“Neste segundo turno existem dois projetos: o do miliciano que quer continuar o governo Temer aprovando medidas impopulares e antinacionais e o resgate de um projeto de futuro representado pelo Lula e que vai retomar o desenvolvimento no dia 1º de janeiro de 2019”, afirmou Haddad que era aplaudida pelo público.

Em seu discurso, o candidato do PT lembrou do Lula ao afirmar que o ex-presidente pedia para que ele e os ministros viajassem o País e conhecessem os problemas do Brasil.

Lembrou que veio ao Piauí ao lado de Lula e visitou vários municípios. Ele ressaltou o trabalho da educação com abertura de novas vagas em universidades e lembrou os estudantes medalhistas de ouros em matemática de Cocal dos Alves.

 “O que acontece no Brasil de dois anos para cá. Isso tudo sendo comprometido com um governo que não tem responsabilidade com a população”.
“Nós não queremos violência. Não queremos entrar em guerra com nenhum pais vizinho. Estamos a 140 anos sem guerra para que numa campanha eleitoral ficar falando mal de um vizinho, depois vamos ter que pagar por isso”.

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Fonte: CidadeVerde