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23 de outubro de 2019
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Economia Geral Internacional

Cartão de crédito é causa de 90% das dívidas dos teresinenses

Em Teresina, 47,2% das pessoas estão endividadas. Destes, 10,6% estão com contas em atraso e 2% reconhecem não ter condições de pagar.

Em valores absolutos, 113.346 teresinenses se consideram endividados, 25.381 deles atrasaram os débitos e 4.884 não têm condições de pagar.

Apesar de bastante expressivo, o percentual de endividados em Teresina está abaixo da média das capitais brasileiras.

A constatação é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

É considerado endividado quem tem dívidas como: cheque pré-datado, cartão de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestação do carro e seguros.

Veja o nível de endividamento dos entrevistados em Teresina:

Tipo de dívida

Em Teresina, 91% dos consumidores estão com o orçamento comprometido pelo cartão de crédito. Esse é o principal tipo de dívida da população da capital. Em segundo lugar vêm os carnês, com 17,7%.

Comprometimento da renda

A pesquisa mostra que a grande maioria (74,7%) dos endividados teresinenses compromete mais da metade da renda com as dívidas. Outros 15,2% comprometem entre 11% e 50% da renda.

Dados nacionais

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostra que o percentual de famílias com dívidas alcançou 64,8% em agosto de 2019, o que representa uma alta em relação aos 64,1% de julho de 2019. Essa foi a oitava alta mensal consecutiva e o maior índice de endividamento desde julho de 2013. Também houve alta em comparação com os 60,7% de famílias endividadas em agosto de 2018.

Houve melhora, no entanto, no percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, que diminuiu para 9,5% em agosto, ante 9,6% em julho e 9,8% em agosto de 2018.

Já o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, ou seja, que estão inadimplentes, aumentou na comparação com o mês anterior, passando de 23,9% para 24,3%, e teve alta em relação a agosto de 2018, quando o indicador registrou 23,8%.

Fonte: CidadeVerde

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