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23 de outubro de 2020
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Em sabatina, Lourdes Melo defende piso salarial de R$ 5 mil e fim da Polícia Militar

A candidata do PCO à prefeitura de Teresina, Lourdes Melo, defendeu nesta terça-feira (22), durante sabatina na TV Cidade Verde, um piso salarial de R$ 5 mil para os trabalhadores. Segundo Lourdes, que é professora, há dinheiro suficiente para bancar as despesas. Na área de segurança, Lourdes falou em extinguir a Polícia Militar e deixar a população se organizar.

“Nossas propostas são as mesmas. Defendemos piso salarial para a classe trabalhadora de R$ 5 mil. É um piso que nós não estamos inventando, é o que diz a Constituição. O governo tem dinheiro sim. Quem mais paga impostos são os trabalhadores e são desviados com a sonegação, privilégios e quase 50% vai para os banqueiros, por isso que o salário não é suficiente”, disse a candidata.

A candidata disse que seu partido possui o melhor programa de governo, no entanto, tem um inimigo: o presidente Jair Bolsonaro.

“Nós fazemos das eleições uma tribuna de luta. A eleição é desigual e não abrimos mão de participar. Não temos as mesmas condições dos partidos da burguesia. Não temos financiamento para fazer campanha. O eixo da nossa campanha é derrubar o Bolsonaro. Nada do que apresentarmos como proposta será possível colocar em prática, pois o governo Bolsonaro está entregando o Brasil, as nossas riquezas, e cortando direitos”, declarou.

“Toda proposta é em vão, como remar contra a maré. O PCO tem o melhor programa pra atender a necessidade da população, mas tem um inimigo, que é o Bolsonaro”

Por falar em Bolsonaro, a professora defendeu também um auxílio emergencial no valor de R$ 1.2oo. “Defendemos o aumento do auxílio. R$ 600 não é suficiente para um trabalhador viver. O PCO defende um auxilio dobrado. A proposta do auxilio não foi do Bolsonaro. Ele queria só R$ 200 e o parlamento mudou”, afirmou.

Sem Polícia Militar

“Nós defendemos o fim da Polícia Militar. A polícia é um braço armado do estado capitalista, enquanto instituição. A guarda municipal veio complementar essa opressão. O que nós defendemos é a auto organização do povo. Os trabalhadores têm que se organizar.

Fim das escolas particulares

Lourdes disse ainda que as escolas públicas precisam ter mais qualidade e, neste caso, seria necessário o fim das escolas privadas.

“Precisamos avançar na luta pelo socialismo e derrubar o capitalismo e criar condições de igualdade para toda a população. Não concordamos com as PPPs, defendemos é a estatização de todos os benefícios para a população como uma escola pública de qualidade, o fim das escolas particulares. A educação não pode ser uma mercadoria. Isso serve também para a saúde e transporte público”, defendeu.

Fonte: Hérlon Moraes / CidadeVerde

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