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21 de junho de 2021
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Festas clandestinas com aglomerações viram tendência entre jovens no Piauí

O setor de festas e eventos foi, sem dúvidas, o mais afetado com a pandemia do novo coronavírus. Mais de um ano após os primeiros óbitos pela Covid-19 no Piauí, o setor é o único não retomou suas atividades.

Também pudera, quando houve flexibilização das medidas restritivas, houve excessos e cenas de aglomerações em todo estado foram registradas. Pior que isso só a campanha eleitoral de 2020, com apoio da classe política.

Mas quem disse que não há grandes festas sendo realizadas quase todos os dias no entorno no Teresina?

Só no último final de semana, um trabalho da Polícia Militar do Piauí, após investigação da Inteligência da corporação, duas grandes festas clandestinas foram encerradas na zona rural da capital. Cerca de 500 pessoas, entre adolescentes, participaram das baladas.

Um delas aconteceu em um sítio na região da Santa Teresa, próximo à PI-113, que vai para o município de José de Freitas. A ‘Privezinha do Vegas’ chegou a ser divulgada em grupos do WhatsApp.

Outra grande festa, a ‘Privezinha dos Cachorros’ foi realizada nas proximidades da PI-112, que liga Teresina à cidade de União.

As duas festas contaram com serviço de ‘transporte’ em bairros de Teresina e os convidados eram levados aos poucos para não levantar suspeitas, mesmo assim houve monitoramento da polícia e as festas foram encerradas.

Esses dois exemplos são mínimos comparado à grande quantidade de eventos que são realizados todos os finais de semana ao redor da capital.

Segundo denúncia dos próprios leitores do 180, ‘raves’ são realizadas em sítios nas proximidades da BR-343, com destino a Altos, e BR-316, que vai para Demerval Lobão.

Outro ponto favoritos dos teresinenses é a zona rural de Timon (MA). Festas para o público LGBTQI+ são realizadas todos os finais de semana e contam com a participação de produtores de eventos, DJs, profissionais da saúde e até um policial militar.

“Essas festas são regadas a álcool, sexo e drogas. Alguns que aglomeram e realizam festas clandestinas são os mesmos que exigiram o pagamento do auxílio do Governo do Estado”, denunciou um leitor. “É todo final de semana, pior que a gente liga pra polícia e não fazem nada”, reclamou outro leitor.

Apesar de muita reclamação sobre problemas no atendimento, em casos de flagrantes de aglomeração e festas clandestinas, o único número disponível é o da Polícia Militar, 190.

Fonte: 180graus

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