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16 de junho de 2019
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Força Tática e Polícia Civil de Paulistana prendem paranaense que se passava por membro do Ministério Público Federal

Na tarde desta quarta-feira (20/03/2019), a equipe Charlie da Força Tática de Paulistana composta pelos policiais, Tenente PM Vilela, CB PM Gilvan Belo, Sds Humberto, Rodrigues e Carvalho, juntamente com policiais Civis da 12ª Delegacia Regional de Polícia Civil, Agente Eduardo Júnior, escrivão Flávio Nogueira, coordenados pelo Del. Cicero Oliveira, tomaram conhecimento de que um homem recém chegado nessa cidade estaria se apresentando como Procurador Federal nos estabelecimentos comerciais e públicos e, que existia indícios de falsificação na documentação apresentada.

As equipes começaram a diligenciar vindo a localizar na rua Ingazeira, bairro Guarita, a pessoa que se apresentou como JÚLIO MARQUES DE OLIVEIRA, de 38 anos de idade, natural de Joaquim Távora/PR, residente atualmente em Paulistana.

No ato da abordagem, o falsário confesso tentou se desfazer da carteira de bolso que portava, jogando-a fora sorrateiramente, momento em que foi solicitado a sua esposa, que o acompanhava, a referida carteira, sendo localizada e por ela apresentada a mesma, que continha a seguinte documentação:

01 (uma) CNH emitida no Estado do Ceará;

01 (um) documento de Porte de Arma Institucional, de “Procurador da Justiça” do Ministério Público Federal, com matrícula funcional “38934-PR”;

01 (uma) Carteira de Habilitação Náutica de Amador da Capitanias dos Portos de SP;

Todos os documentos em nome deste, possuindo também:

01 (uma) carteira de bolso, com brasão da República e identificação de membro do Ministério Público Federal (MPF);

12 (doze) cartões de visita, em nome do MPF em seu nome como “Procurador Federal”.

Este confessou que realmente os documentos eram falsos e após uma consulta em órgãos de segurança do Estado do PARANÁ foi constatado que este já respondia por usurpação de função pública naquele Estado. Perguntado pelos policiais sobre o motivo de se apresentar como “membro do MPF”, o acusado disse que sente “uma necessidade de se apresentar assim, porque é um desejo muito grande de que fosse o que falsamente diz ser”.

Diante dos fatos, o acusado e toda documentação foram apresentados na 12ª Delegacia Regional de Polícia de Civil de Paulistana para os procedimentos de praxe.

Fonte: 20º BPM/Paulistana

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