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7 de julho de 2020
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Governo anuncia cortes de R$ 26 bilhões no Orçamento de 2016

O governo informou hoje (14) que o Orçamento de 2016 terá corte de R$ 26 bilhões. Ao todo, R$ 64,9 bilhões foram anunciados pelo governo nesta segunda-feira, seja em redução de despesas, seja no aumento de receitas. O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, no Palácio do Planalto. O objetivo dos cortes é viabilizar superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país) no ano que vem.

Com o anúncio dos cortes no Orçamento do ano que vem, o governo espera recuperar credibilidade junto aos investidores internacionais. Em 31 de agosto, o Executivo entregou ao Congresso Nacional a proposta orçamentária para 2016 com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões. Uma semana depois, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, retirando o grau de investimento do país. O grau é dado a países considerados bons pagadores e seguros para investir.

Uma semana depois, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, retirando o grau de investimento do país. O grau é dado a países considerados bons pagadores e seguros para investir.

A presidenta Dilma Rousseff passou o fim de semana reunida com ministros para definir os cortes. O assunto foi discutido também na reunião de coordenação política desta segunda-feira, com presença de 14 ministros. O vice-presidente da República, Michel Temer, que sempre participa das reuniões de coordenação política, está em viagem oficial à Rússia.

Confira abaixo as 9 medidas para redução de gastos:

– Adiamento do reajuste dos servidores, R$ 7 bilhões
– Suspensão de concursos, R$ 1,5 bilhão
– Eliminação do abono de permanência, R$ 1,2 bilhão
– Implementação do teto remuneratório do serviço público, R$ 800 milhões
– Redução do gasto com custeio administrativo, R$ 2 bilhões
– Mudança de fonte do PAC – Minha Casa Minha Vida – R$ 4,8 bilhões
– Mudança de fonte do PAC, sem Minha Casa Minha Vida – R$ 3,8 bilhões
– Cumprir o gasto constitucional com Saúde, R$ 3,8 bilhões
– Revisão da estimativa de gasto com subvenção agrícola – R$ 1,1 bilhão.

Fonte: Agência Brasil e G1

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