31.3 C
Piauí
18 de janeiro de 2021
Cidades em Foco
Geral Política

Juiz nega anulação de votos em Água Branca e reafirma vitória de Júnior Ribeiro

Prefeito eleito de Água Branca Júnior Ribeiro - Foto reprodução!

O juiz José Eduardo Couto de Oliveira, da 52ª zona eleitoral, negou o pedido de anulação da urna na seção – 108 – no município de Água Branca ( a 98 km de Teresina). Com a decisão, o magistrado reconhece a vitória do candidato Júnior Ribeiro (PSD).

Veja sentença da justiça aqui

Sua adversária, a candidata Margareth do Zito (Republicanos), ajuizou recurso na justiça eleitoral pedindo recontagem de votos. Margareth perdeu a eleição para Junior Ribeiro (PSD) em uma disputa acirrada de apenas oito votos de diferença.

José Ribeiro da Cruz Júnior que disputou as eleições com Progressistas, PT e PSD. Ele obteve 49,71% dos votos válidos (6.104 votos). Margareth de Zito teve 49,65% dos votos válidos (6.096 votos).

Segundo a sentença do juiz José Eduardo Couto de Oliveira, a chefia cartorária procedeu com o recolhimento da via expedida pela seção, sendo anexada pela mesa receptora de votos no próprio local de votação. O juiz observa que os representantes das duas coligações estavam presentes ao Cartório Eleitoral, com acesso a todos os documentos e procedimentos, mas os representantes de Margareth nada contestaram na ocasião.

“Ao revés, como é de conhecimento geral, acompanharam a apuração e fizeram suas próprias contabilidades pautadas nos boletins de urna divulgados pelas mesas receptoras de votos. Antes da totalização pelo TSE festejaram vitória pelas ruas da cidade, o que também é fato notório. Com a publicação do resultado final, contudo, foi que tomaram ciência da derrota e passaram a questionar, verbalmente, o resultado democraticamente firmado”, diz a sentença.

De acordo com a sentença, “não há registros nas atas de quaisquer das mesas receptoras de votos sobre quaisquer irregularidades atestadas por fiscais ou delegados de partidos, que tiveram acesso garantido a todas as seções eleitorais da Zona. Pelo contrário, todas as atas indicam que as eleições em Água Branca ocorreram na mais perfeita ordem”.

Para o juiz José Eduardo Couto de Oliveira “inexiste indício de que os direitos da coligação tenham sido suplantados ou que o interesse soberano do povo de Água Branca tenha sido, de qualquer forma, subtraído”.

Fonte: CidadeVerde

Notícias relacionadas

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Se você está de acordo, continue navegando, aqui você está seguro, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais