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6 de dezembro de 2019
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Municípios piauienses têm R$ 4 bi em projetos parados em Brasília

Levantamento realizado pela Superintendência de Representação do Piauí (Surpi) em Brasília, aponta que os municípios piauienses têm aproximadamente R$ 4 bilhões em projetos de investimentos em tramitação em ministérios e órgãos da administração pública federal. São convênios, contratos ou parcerias das prefeituras com esses organismos, envolvendo recursos de programas federais e emendas parlamentares.

Segundo a Surpi, os projetos foram protocolados nos ministérios e órgãos de 2014 para cá e grande parte deles estão parados ou inativos. Assim, os prefeitos precisam correr para que os municípios não percam os recursos. São convênios para implantação de serviços de água e saneamento básico, construção de calçamento, de estádios e campos de futebol, iluminação de áreas de lazer, construção e melhoria de moradias nos municípios, dentre outros.

O superintendente de Representação do Piauí em Brasília, José de Andrade Maia Filho, o “Mainha” (PP), informou que o levantamento de todos os projetos e propostas que envolvem investimentos no Estado foi solicitado pelo governador Wellington Dias (PT). Deverá ser concluído em 10 ou 15 dias. Segundo ele, o governador quer os dados em mãos para ver de que forma pode ajudar os municípios.

“O governador determinou o levantamento de todos os projetos que envolvem recursos para o Estado. Agora, vamos finalizar o trabalho e discutir com o governador e os municípios de que modo podemos atuar em Brasília para destravar esses recursos”, disse ele. O ex-superintendente do Escritório do Piauí em Brasília, Roberto John, hoje responsável por convênios e relação com os municípios do Escritório do Piauí, informou que há muitos projetos que já foram executados e outros parcialmente executados.

Segundo ele, a ideia é separar o que já foi executado, os projetos que estão parados e os que podem ser retomados. “Talvez, desses cerca de R$ 4 bilhões, no final tenhamos em torno de R$ 2,5 bilhões ainda possíveis de serem liberados. O que é muito dinheiro!”, observa ele.

DoCidadeVerde

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