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14 de dezembro de 2019
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PRF registra 113 mortes nas estradas federais do Piauí em nove meses

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentou nesta quarta-feira(23), um balanço das ocorrências registradas nas estradas federais, que cortam o Piauí, nos primeiros nove meses deste ano.

Segundo o balanço, 113 pessoas morreram em acidentes nas BRs do Piauí. O número é igual ao registrado no mesmo período de 2018. O superintendente da PRF, Stenio Pires, conta que as principais vítimas dos acidentes fatais foram ocupantes de motocicletas.

“Mais da metade das mortes foram de ocupantes de motocicletas. Além da vulnerabilidade, muitas dessas vítimas ingeriram álcool, sem habilitação, sem equipamentos de proteção”, disse.

O Piauí registrou 397 acidentes graves nas estradas federais em 2019, um aumento de 11% se comparados aos primeiros nove meses de 2018.

A BR-343 é a mais violenta, com 184 acidentes graves e 40 mortos. Em segundo lugar está a BR-316 com 102 acidentes graves e 20 óbitos.

A PRF considera a BR-135 violenta pela quantidade de acidentes graves. Neste ano foram 44 e 22 pessoas morreram.

“Neste últimos três meses vamos intensificar ações para evitar mais acidentes no período do fim do ano”, avisa o superintendente Stenio Pires.

Etilômetro super sensível 

Com o objetivo de aumentar fiscalização e coibir acidentes, a PRF adquiriu com recursos próprios etilômetros super sensíveis.

Cerca de R$ 190 mil foram investidos  na aquisição de 14  equipamentos.

O chefe da seção de Operações da PRF, Clóvis Cendor, adianta que os novos etilômetros detectam qualquer tipo de partícula de álcool no ambiente.

“O aparelho funciona tanto na forma passiva como na ativa. Na forma passiva vai detectar presença de álcool no ambiente por meio de uma simples conversa com o condutor. Se der negativo, é um negativo de 100%. Se der positivo, o condutor é convidado para fazer o teste de forma ativa, com o etilômetro convencional”, explica.

Os aparelhos modernos prometem economizar o uso de bicos descartáveis e otimizar a detecção de embriaguez.

Fonte: CidadeVerde

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