20 C
Piauí
13 de agosto de 2020
Cidades em Foco
Geral Polícia

Sargento da PM é suspeito de agredir e ameaçar de morte companheira no Piauí

Vítima se trancou no banheiro, mas suspeito arrombou a porta — Foto: Arquivo Pessoal /Júnior Evangelista

Um sargento da Polícia Militar do Piauí é suspeito de agredir e ameaçar de morte a própria companheira na noite dessa quinta-feira (2), em Teresina. A vítima registrou o boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa dos Direitos da Mulher (Deam /Norte). Até o momento, segundo a família, o policial não foi localizado.

Em entrevista, o irmão da vítima, o empresário Júnior Evangelista, informou que as agressões aconteceram na residência onde o casal mora, no bairro Jacinta Andrade, Zona Norte da capital. A vítima havia acabado de chegar em casa, quando o PM pediu para conversar com ela.

Boletim de ocorrência foi registrado na Deam Norte — Foto: Arquivo Pessoal /Júnior Evangelista

Boletim de ocorrência foi registrado na Deam Norte — Foto: Arquivo Pessoal /Júnior Evangelista

“Ele tinha bebido e disse que queria conversar com ela, mas já foi a puxando pelo braço, inclusive minha irmã está com o braço inchado. Ela correu para o banheiro, mas ele conseguiu arrombar a porta, jogou ela no chão, começou a dar murros nela. Em seguida, o agressor a pegou pelo pescoço e com a outra começou a asfixiá-la. Ele dizia que ia matá-la e jogar o seu corpo no rio para os peixes comerem”, afirmou.

Depois, segundo Júnior Evangelista, o policial trancou a companheira no seu carro. Mas, quando o PM ia entrando no veículo, a vítima conseguiu sair e fugiu para a casa da vizinha.

“Ela conseguiu entrar na casa da vizinha e ele foi atrás dela. O agressor tentou invadir a residência e jogou a bolsa da minha irmã no meio da rua. Meu irmão chegou e ele apontou a arma para a cabeça dele. Depois, o agressor fugiu”, contou Júnior.

A vítima registrou o boletim de ocorrência na delegacia. O caso foi configurado como injúria, ameaça e lesão corporal. Júnior Evangelista comunicou que ela e a família irão, na segunda-feira (6), fazer a denúncia na Corregedoria da PM.

G1 entrou em contato com o comando-geral da Polícia Militar sobre o caso, mas a corporação ainda não se posicionou sobre o assunto.

Fonte: G1-PI

Notícias relacionadas

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Se você está de acordo, continue navegando, aqui você está seguro, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais