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26 de setembro de 2020
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Veículos de Prefeituras do PI são emplacados com erro e picape ‘adulterada’ é apreendida pela PRF

Picape foi apreendida pela PRF com sinais de adulteração — Foto: Divulgação/PRF

Uma possível coincidência levou a uma grande confusão entre as prefeituras de Capitão Gervásio Oliveira e Santa Cruz do Piauí, cidades que ficam a 218 km de distância uma da outra. Dois veículos idênticos, licitados pelas gestões com uma mesma empresa que não teve ainda seu nome informado, tiveram as placas trocadas e um deles foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal, com sinais de adulteração.

A PRF informou que o veículo, uma picape branca, foi abordado durante fiscalização de rotina nesse domingo (28), na cidade de Floriano, a 244 km de Teresina.

Com placas e documentos oficiais da Prefeitura de Capitão Gervásio Oliveira, a PRF constatou que os sinais de identificação do chassi do veículo na verdade estavam registrados como sendo a picape um veículo idêntico e também oficial, mas pertencente à Prefeitura de Santa Cruz do Piauí.

O condutor de 40 anos, que é servidor público contratado da cidade de Capitão Gervásio Oliveira, informou aos policiais que não tinha conhecimento da irregularidade e que apenas conduzia a picape.

Licitação pode ter causado troca

O secretário de administração de Santa Cruz do Piauí, Francisco Geneval, contou que a suspeita é de que a adulteração tenha sido feita “sem querer”.

“Nós licitamos esse veículo com uma empresa que também venceu a licitação em Capitão Gervásio Oliveira, por coincidência um veículo igual. Na hora de emplacar e entregar os carros, novos, o despachante se confundiu e trocou as placas. Então não foi uma adulteração, foi uma troca”, relatou.

A Prefeitura de Capitão Gervásio Oliveira informou que a troca já havia sido percebida. A administração irá se posicionar por meio de nota.

Os agentes da PRF conduziram o motorista e o veículo até a Polícia Civil da cidade de Floriano e deverá ser aberto um inquérito para apurar quem realizou a “adulteração” do veículo e se a troca realmente foi feita sem a intenção de fraude.

Fonte: G1-PI

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