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12 de novembro de 2019
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Vídeo: universitário vendia droga em cartão de crédito, diz delegado

O delegado Matheus Zanatta, da Gerência de Polícia Especializada (GPE), revelou que universitários e profissionais liberais eram os principais clientes do estudante de engenharia suspeito de comercializar drogas sintéticas. O jovem de 26 anos foi preso com 460 comprimidos de ecstasy,  selos de LSD, a conhecida supermaconha entre outros tipos de entorpecentes.

“Ele era um ‘clínico geral’.  Com relação a droga sintética encontramos ecstasy, comprimido que é chamado de ‘bala’ no meio social, encontramos LSD que é chamado de ‘doce’, o MDMA que é a matéria-prima do ecstasy que é como se fosse um cristal, cuja 1g custava R$ 200, skank conhecida como supermaconha, entorpecente difícil de ser encontrado no Brasil e muito disputado entre os traficantes, além de 13 tabletes de maconha”, disse Zanatta.

O delegado acrescenta que os clientes do suspeito eram pessoas com alto poder aquisitivo que compravam o entorpecente para consumir em festas eletrônica e universitária, bem como em shows.

O estudante foi preso no estacionamento de um supermercado na avenida Presidente Kennedy, na zona Leste de Teresina. O delegado acrescenta que parte da droga estava armazenada em uma kitnet próximo à faculdade onde o suspeito estudava, no bairro Uruguai, também na zona Leste.

“Ele era muito organizado e tinha até máquina de cartão para passar o valor da droga no débito ou crédito. Só em ecstasy, o prejuízo causado com a apreensão foi de R$ 30 mil. Ele vai ser indiciado por tráfico de drogas e pode ser enquadrado também em tráfico interestadual”, conclui Matheus Zanatta.

Publicada às 7h56

Um estudante de engenharia de uma faculdade particular em Teresina foi preso com mais de 400 comprimidos de ecstasy, além de selos de LSD,  um pacote da droga conhecida como MD, maconha, sementes e cânhamo, formas derivadas da planta cannabis sativa. De acordo com a Polícia Civil do Piauí, essa foi a maior apreensão de drogas sintéticas do estado.

As investigações apontaram que a droga era distribuída para consumidores de alto poder aquisitivo.  Segundo o delegado Matheus Zanatta, da Gerência de Polícia Especializada (GPE), o suspeito comercializaria o entorpecente por meio das redes sociais, através de grupos de aplicativo, e também aceitava cartões de crédito e débito como forma de pagamento.

“A investigação foi um trabalho de campo dos profissionais lotados na Gerência de Polícia Especializada da Delegacia Geral, que conseguiram identificar e desarticular o esquema de venda de drogas sintéticas mais sofisticado até então investigado”, disse Zanatta.

Foto: arquivo Cidadeverde.com

“O indivíduo preso tem 26 anos e mantinha consigo um farto material entorpecente, desde maconha com alta concentração de THC,  in natura, como processada na forma de pó, também vendia LSD, ecstasy,  uma droga sintética conhecida com MD, e até dispunha de sementes de maconha para plantio”, acrescenta o delegado.

O estudante- que não teve o nome divulgado- foi preso em um estabelecimento comercial na zona Leste de Teresina

A operação Noctuam foi denominada em alusão ao verbete latino notívago, em referência ao comportamento do suspeito que só distribuía as drogas ao anoitecer.

Fonte:Graciane Sousa / CidadeVerde

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